quando a minha defenição de cansada não é um cansada verdadeira mas superficial, dá nisto.
que não desisto, à primeira, nem à segunda... enquanto espero pela terceira para querer desistir. existem demasiadas coisas que me fazem não desistir e esperar pelo melhor, sim, e ainda consigo ver o melhor em ti. não me perguntem como, nem onde o vejo, não sei explicar, mas aí é que está não é? nestas coisas, nada se explica. na verdade, eu sei que todas as pessoas no mundo já se sentiram sozinhas quando estão sem a pessoa que amam, às vezes só apetece começar de novo, simplesmente voltar a voar, sem cometer erros.
não te sei explicar o que sonhei para ser feliz, ou simplesmente o que sonhei para nós visto que vi a minha felicidade em ti, mas mas parece que tudo acabou , quando disses-te adeus, se o disseste.
mas perco tudo ao pensar que tive tudo, e de um momento para o outro perdi tudo, num momento parecia tudo, noutro simplesmente voou como desejei ter voado para trás. com tudo isto, eu perdi tudo, agora que foste embora, mas ficas sabendo que como te prometi, nunca me vou esquecer de nós, do que passamos; do resto? sei lá se posso prometer uma coisa dessas.
da mesma maneira que não sei defenir a maneira que gosto de ti, é grande, enorme, incrivel, fantástica de sentir, quando tudo está bem; é pessima, dói, odeio-a e quero-a longe, quando tudo está mal.
foi por tantas vezes estar mal, que cada vez fui ganhando coragem para desistir, ficas a saber que já teve bem mais longe de desistir de ti, de nós. sei que ponho sempre culpas em ti, que passas a ser culpado das nossas situações más, desculpa por isso .
o problema nisto tudo, é que eu não tive um adeus sentido vindo de ti nunca, porque nunca chegaram a mim com a verdadeira força de um adeus, daquelas que me fizessem querer desistir asério, por isso, por mais que me arrependa peço-te por tudo, se é um fim sentido, um fim para sempre, o fim para não voltar para trás, um fim daqueles para me tirarem a respiração, um fim simplesmente um fim, verdadeiro fim como o dos filmes, se for isso q queres, se for isso que pretendeste até aqui dá-me esse fim, e aí prometo que nunca mais, que desisto.
e quando desistir, desisto da parte de mim que ficou contigo, mas que um dia acaba por voltar, desisto dos momentos, de tudo o que um dia foi perfeito, quando desistir , é a 100%.
já não quero pedir-te para ficares comigo, porque a minha vontade agora apesar de ser essa, tenho uma razão q'agora voltou e às vezes fala mais alto, parece que isto está a ensinar-me a fazer como tu, tomar decisoes pela razão, pela cabeça, por isso quando te disser que quero que não voltes, nao é o coração a falar.
queres que te explique a razão disto? de agora me sentir diferente em relação a ti? és tu, a razão, primeiro de me fazeres voltar a amar alguém , depois de me fazeres voltar a dar um mundo por alguém, razão de eu sorrir como antes, razão de tudo o que faço/fiz por ti, razão de voltar a chorar como o mundo caísse, depois foste a razão para eu rastejar, como se nao bastasse foste razão de todo o meu sofrimento, foste razão para encontrar forças para me levantar, e razão para voltar a cair, razão para aprender que a minha vida é muito mais que um momento, que é muito mais que tudo, muito mais importante para ser vivida onde a estava a viver, por isso estou aqui, agora, a acusar-te de seres a principal razão para eu agora às vezes abafar o que o coração fala com o que razão me diz para fazer.
nunca soube o que era lutar por alguém, sinceramente nunca fui de lutar, quem queria, queria, quem nao queria, quisesse.
às vezes preciso de ouvir qualquer palavra tua, preciso de ouvir-te falar comigo, preciso de te sentir perto de mim outra vez, às vezes, iludo-me comigo, com os meus pensamentos, e sinceramente larga-los? está fora dos meus planos, para já é o que me adormece descansada.
no meio de tanta coisa má, consigo viver coisas boas, que na minha cabeça fazem sentido. não nego que já escrevi mensagem para ti e nao te mandei, não nego que já estive para te ligar e não liguei, não nego que por vezes só te queria voltar a ter para mim, só para mim!
não sei se confio em ti, mas também nao sei se não confio.
ainda me consigo sentir tua às vezes, ainda te sinto meu quando me esqueço do resto; o problema nisto é que... andamos às voltas, e quando rodamos depressa demais eu acabo sempre por cair, e não és tu quem está lá para me levantar, e nestas voltas? ou estamos alto de mais ou simplesmente não estamos.
e a razão diz-me para : se estiver dificil? temos pena. o coração diz para: lutar, até ficar tudo bem.
a diferença é que a razão é sempre directa, o coração complica, e é por isso, podia ser tudo mais simples, ou eu confundo sempre tudo ou simplesmente é como estou a ver as coisas, dou-te mais uma volta, e se nesta ninguém cair? eu não desisto, se voltar ao mesmo, desisto, e esqueço tudo o que um dia disseste para não fazer, esqueço promessas para nao te deixar.
é verdade, tenho de ter dizer que isto se torna inevitavél de se sentir de se dizer, que isto se torna cada vez mais autonomo, que cada vez preciso menos para ter dizer tudo, que isto se torna cada vez mais simples, cada vez mais especial, mas ao mesmo tempo torna-se mais forte para qualquer tipo de decisão.
não penses que com isto, qualquer coisa não vai custar, porque vai, mas só quero que saibas que já estive mais longe de não estar preparada.
espero de verdade que isto não seja um erro, e que tudo o que aqui escrevi não seja outra oportunidade falhada.
realmente, ''ñ vale a pena fugir ao inevitavél,'' e o inevitável é que não sei viver sem ti, e não vai ser agora que te vou querer tirar da minha vida.
ps: lembras-te de dizer que ia escrever aqui que agora respiro o mesmo ar que tu? cá está, éq não vou deixar esse ar sair dos meus pulmoes agora (a)
amo-te para sempre joão.