sexta-feira, 19 de março de 2010

verdade (?)

eu desiludo-me a todos os momentos, e sinceramente nao sei o que aqui faço se em aqui posso realmente dizer tudo, se o tudo esta guardado em mim.
eu nao quero pensar no amanhã sem pensar no hoje mas inconsequentemente faço-o, digo ser forte, mas a minha força vai-se quando nao percisam dela, e o meu amor é irregular e sinceramente nao o compreendo nem o tento compreender, porque à coisas que mais vale estarem quietas sem querer mudar nada nem aprofundar nada.
sou eu, lia que a escrever nao gosto de ser eu, e por mais estranho que pareça, a escrever? nao gosto de mim. não gosto desta pessoa indecisa que parece que nada lhe afecta a pessoa que só sente quando está sozinha que so sente quando perder que nao consegue nem sabe dar valor a nada, quem sou eu?
eu fico a pensar nas coisas de vagueiam na minha cabeça tantas vezes por nao terem sido resolvidas, e fico a pensar que sou forte... mas falho.
estou a sós com a minha nustalgia, será que ainda sou estrela? será que ainda sou vento que te passa ao lado? sou como a noite, so no fim é que se revela.
talvez faça a vontade a esta pessoa que escreve e saia daqui para fora.
ofereço a coragem e tudo o que estas palavras omitem.
doí nao gostar disto que escrevo, doi ainda mais saber que é verdade e real.
porquê ? eu estou feliz nao perciso de nada mais, mas porque éq estou a mentir?!
eu NÃO sou FELIZ, NÃO SOU FELIZ ASSIM, A MINHA FELICIDADE NAO É ESTA! porquê ? porque as coisas ficaram com a porta encostada nao FECHADA.
eu sabia ter uma felicidade continua , apesar de falsa era a minha felicidade, e nao foi fechada da melhor forma.
como se tivesse uma loja muito popular e fecha-se sem dar explicaçao nenhuma, como éq os meus clientes iam ficar? revoltados? tristes? iam pensar no assunto? rasgas-te as peças que nos uniam por ironia, e nunca falamos disto, porque?
estou a mentir... a escala está a subir.
eu nao me decido e a minha vida baseia-se em pontos de interrogação.
encontrei um caminho que de certeza me faz feliz, me faz bem, que eu me posso entregar por completo, mas tenho sempre o teu senão que nao me deixa. já chega.
a verdade que transmito nem sempre é a real a verdadeira por isso tenho de admitir:
sou forte , mas falho e da verdade tenho medo.

»quando voltar a ler isto, ja nao vai fazer sentido nenhum, porque ja está a deixar de fazer, percebes agora do que falo?